“Nunca pensei que o amor pudesse matar, sempre pensei que por amor se morre, mas não que ele viesse a matar. Nos dias em que vivo, definho aos poucos, o meu amor por ti me consome, aos poucos meu ser vai sendo devorado pelas lembranças que tenho de ti, nossas trocas de olhares o clima que leva-me a pensar que me amas mas não me traz a certeza. O que mais me machuca, é não poder falar, apenas falar de meu amor por ti. Sinto no meu intimo algo que me impele a falar-te de meu amor por ti, então me vejo como um grande covarde, não tenho coragem nem se quer a vã valentia de falar-te qualquer coisa que seja. Se me pedires do meu futuro, não sei responder-te, não sei nem do meu presente. Vivendo aflito percebo que amor mata, ah se mata, mata aos poucos. Vou perdendo espaço e na minha vida só tem lugar para ti. Mas nessa entra do meu EU para viver o TU em mim, percebo o prazer de morrer por amor.”
autor: Jonathan Bugs

Movido, respirando esse amor foi que compus esse poema, foi uma época muito difícil de minha vida!
ResponderExcluirNossa meu amigo, PARABÉNS pelos escritos...
ResponderExcluirsão versos lindos que perfumam a nossa existência.
Gostei de ler seu Blog.
Att/: seu amigo Linconl Comby